Com todas as luzes apagadas, sobre a mesa de vidro, a bolsa de Suzana fora atirada como de costume, e acendendo todas as luzes da casa, corri, gritando por Suzana com o coração alegre, procurei, no quarto não havia nenhuma Suzana estirada na cama, com um copo de vinho na mão, a cama vazia e arrumada perturbava a minha felicidade instantânea fazendo a esperança quase vacilar. No banheiro Suzana não estava, nem na cobertura fumando, com o braço apoiado no braço do sofá, olhando para a televisão com o olhar mais compenetrado do mundo, sem prestar atenção em mais nada. Não, Suzana não estava, apenas sua bolsa havia restado aqui, fazendo-me acreditar em algum tipo de milagre ou um sonho realizado. Não sei, não sei porque acreditar que Suzana voltaria. Oras, é apenas uma bolsa. A qual me faz negar que Suzana não voltará, quando saio correndo, chamando por seu nome.

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