É que de repente eu não sabia muito bem o que queria dizer quando dizia que te amava, é muito tarde, e eu estou com sono, as luzes já estão deixando meus olhos confusos, eu não sabia muito bem o que eu estava fazendo até aquela hora ali. Eu lembro do seu sorriso, desagradável como só. E dizia loucuras. Que à algum tempo atrás até fariam sentido para alguém como eu. Mas não agora, eu não entendia a complexidade daquele momento, eu não havia bebido. Ou havia? Tudo era confuso, e eu olhava em teus olhos, aquelas palavras saiam de minha boca quase automaticamente, ‘eu te amo’. Descobri a causa de minha insanidade momentânea, me recusei a entender, mas era real. Era tudo verdade. Eu havia lembrado de seu rosto, era você. Era a pessoa por quem eu… Eu… Me vi desmaiada no chão. você segurava meus braços e gritava meu nome tão alto. Mas eu parecia não te ouvir. Como? descobri, era o fim, que iguala a todos nós, em um ultimo suspiro. Que não diferencia pobre do rico. A morte.

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